Por: Annellyezy Aparecida
Ao longo dos anos, as pessoas através de objetos, danças, músicas, pinturas fotografias, entre outros vão fazendo a historia da cidade, dos estados e do país. Vão deixando provas de que os fatos realmente aconteceram. Sendo assim, a preservação desses objetos e manifestações culturais são fundamentais para que as gerações presentes e futuras possam ter conhecimento desses ocorridos.
Preservar segundo o dicionário Aurélio é livrar de algum mal, manter livre de corrupção, perigo ou dano, conservar, livrar, defender e resguardar. Já patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade.
Em visita ao museu histórico e Geográfico de Campina Grande, na Paraíba é possível observar a riqueza histórica de objetos e fotografias que fazem a “memória” da cidade. É possível entender desde sua fundação até meados do século passado. De acordo com funcionária pública, Maria de Fátima Lopes, que trabalha como chefe do museu a história, do prédio vai muito além do que se pode imaginar tendo funcionado inicialmente em 1834 como cadeia pública da cidade, mais adiante como telegrafo municipal. Já no século XX funcionou como reitoria da FURNE (Universidade Regio nal do Nordeste) atual UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). No entanto, desde 1983 passou a ser o museu Histórico e Geográfico de Campina Grande, pertencente à prefeitura municipal da cidade.
Observa-se que o museu está organizado categoricamente de acordo com o tipo de objeto como câmeras fotográficas, telefones, gravadores de áudio, acervo fotográfico, entre outro, facilitando assim a compreensão dos visitantes. Já o acervo bibliográfico foi transferido para secretaria de cultura da cidade devido problemas estruturas no mesmo.
Examinando mais detalhadamente o museu é possível perceber ainda as condições de preservação do local, em que há muitas infiltrações que colocam em risco as peças. E Fátima Lopes diz: “Aqui a gente vem tentando manter o acervo dentro da nossa limitação”, e fala sobre um projeto da secretaria de cultura para restauração do prédio, em que seriam concertados os problemas tanto estruturais como acessibilidade do mesmo para torná-lo mais seguro e acessível a idosos e cadeirantes através de rampas ou elevadores, por exemplo. Ainda está previsto no projeto a digitalização deste acervo, onde as pessoas poderiam visitar o museu também online através da internet.
Ela afirma ainda que a Secretaria de Obras já esteve no local para analisar as necessidades de concerto do mesmo. Fatima também mostrou peças que se necessita de uma restauração como é o caso do primeiro cofre da prefeitura de Campina grande do século XIX, a câmera Lambe-lambe e o Oratório que pertenceu à igreja Nossa Senhora da Guia também do mesmo século.
Por fim pode-se concluir que o museu tenta atender a preservação do patrimônio histórico e cultural da cidade, disponibilizando um vasto acervo que pode ajudar como base de pesquisa para muitos estudantes, como também desperta curiosidade nos mais jovens e reatar a memória dos idosos. Ajudando assim a mostrar como fatos ocorreram na cidade de Campina Grande ao longo dos anos.
Ao longo dos anos, as pessoas através de objetos, danças, músicas, pinturas fotografias, entre outros vão fazendo a historia da cidade, dos estados e do país. Vão deixando provas de que os fatos realmente aconteceram. Sendo assim, a preservação desses objetos e manifestações culturais são fundamentais para que as gerações presentes e futuras possam ter conhecimento desses ocorridos.
Preservar segundo o dicionário Aurélio é livrar de algum mal, manter livre de corrupção, perigo ou dano, conservar, livrar, defender e resguardar. Já patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade.
Em visita ao museu histórico e Geográfico de Campina Grande, na Paraíba é possível observar a riqueza histórica de objetos e fotografias que fazem a “memória” da cidade. É possível entender desde sua fundação até meados do século passado. De acordo com funcionária pública, Maria de Fátima Lopes, que trabalha como chefe do museu a história, do prédio vai muito além do que se pode imaginar tendo funcionado inicialmente em 1834 como cadeia pública da cidade, mais adiante como telegrafo municipal. Já no século XX funcionou como reitoria da FURNE (Universidade Regio nal do Nordeste) atual UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). No entanto, desde 1983 passou a ser o museu Histórico e Geográfico de Campina Grande, pertencente à prefeitura municipal da cidade.
Observa-se que o museu está organizado categoricamente de acordo com o tipo de objeto como câmeras fotográficas, telefones, gravadores de áudio, acervo fotográfico, entre outro, facilitando assim a compreensão dos visitantes. Já o acervo bibliográfico foi transferido para secretaria de cultura da cidade devido problemas estruturas no mesmo.
Examinando mais detalhadamente o museu é possível perceber ainda as condições de preservação do local, em que há muitas infiltrações que colocam em risco as peças. E Fátima Lopes diz: “Aqui a gente vem tentando manter o acervo dentro da nossa limitação”, e fala sobre um projeto da secretaria de cultura para restauração do prédio, em que seriam concertados os problemas tanto estruturais como acessibilidade do mesmo para torná-lo mais seguro e acessível a idosos e cadeirantes através de rampas ou elevadores, por exemplo. Ainda está previsto no projeto a digitalização deste acervo, onde as pessoas poderiam visitar o museu também online através da internet.
Ela afirma ainda que a Secretaria de Obras já esteve no local para analisar as necessidades de concerto do mesmo. Fatima também mostrou peças que se necessita de uma restauração como é o caso do primeiro cofre da prefeitura de Campina grande do século XIX, a câmera Lambe-lambe e o Oratório que pertenceu à igreja Nossa Senhora da Guia também do mesmo século.
Por fim pode-se concluir que o museu tenta atender a preservação do patrimônio histórico e cultural da cidade, disponibilizando um vasto acervo que pode ajudar como base de pesquisa para muitos estudantes, como também desperta curiosidade nos mais jovens e reatar a memória dos idosos. Ajudando assim a mostrar como fatos ocorreram na cidade de Campina Grande ao longo dos anos.
Preservar segundo o dicionário Aurélio é livrar de algum mal, manter livre de corrupção, perigo ou dano, conservar, livrar, defender e resguardar. Já patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade.
Em visita ao museu histórico e Geográfico de Campina Grande, na Paraíba é possível observar a riqueza histórica de objetos e fotografias que fazem a “memória” da cidade. É possível entender desde sua fundação até meados do século passado. De acordo com funcionária pública, Maria de Fátima Lopes, que trabalha como chefe do museu a história, do prédio vai muito além do que se pode imaginar tendo funcionado inicialmente em 1834 como cadeia pública da cidade, mais adiante como telegrafo municipal. Já no século XX funcionou como reitoria da FURNE (Universidade Regio nal do Nordeste) atual UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). No entanto, desde 1983 passou a ser o museu Histórico e Geográfico de Campina Grande, pertencente à prefeitura municipal da cidade.
Observa-se que o museu está organizado categoricamente de acordo com o tipo de objeto como câmeras fotográficas, telefones, gravadores de áudio, acervo fotográfico, entre outro, facilitando assim a compreensão dos visitantes. Já o acervo bibliográfico foi transferido para secretaria de cultura da cidade devido problemas estruturas no mesmo.
Examinando mais detalhadamente o museu é possível perceber ainda as condições de preservação do local, em que há muitas infiltrações que colocam em risco as peças. E Fátima Lopes diz: “Aqui a gente vem tentando manter o acervo dentro da nossa limitação”, e fala sobre um projeto da secretaria de cultura para restauração do prédio, em que seriam concertados os problemas tanto estruturais como acessibilidade do mesmo para torná-lo mais seguro e acessível a idosos e cadeirantes através de rampas ou elevadores, por exemplo. Ainda está previsto no projeto a digitalização deste acervo, onde as pessoas poderiam visitar o museu também online através da internet.
Ela afirma ainda que a Secretaria de Obras já esteve no local para analisar as necessidades de concerto do mesmo. Fatima também mostrou peças que se necessita de uma restauração como é o caso do primeiro cofre da prefeitura de Campina grande do século XIX, a câmera Lambe-lambe e o Oratório que pertenceu à igreja Nossa Senhora da Guia também do mesmo século.
Por fim pode-se concluir que o museu tenta atender a preservação do patrimônio histórico e cultural da cidade, disponibilizando um vasto acervo que pode ajudar como base de pesquisa para muitos estudantes, como também desperta curiosidade nos mais jovens e reatar a memória dos idosos. Ajudando assim a mostrar como fatos ocorreram na cidade de Campina Grande ao longo dos anos.